El documental nos lleva a repensar la violencia actual es un intento de reflexión acerca de cómo podemos abordar las diferentes formas de la resistencia.

Como se pode resistir face a um poder absoluto desmesurado? Como se pode atravessar a contínua e regular violência de Estado? Onde os companheiros para a travessia em direção ao porvir que, desde agora, se trata de constituí-lo? El Pueblo que Falta trata do resgate do processo histórico das lutas revolucionárias em América Latina, mais especificamente em Argentina, Brasil, Chile e Peru. Não se trata de mais um filme acerca das violências depositadas a um tempo de não-mais, espécie recuada de passado sem vasos comunicantes ao agora que experimentamos. El Pueblo que Falta não busca ater-se à contagem dos mortos, não se quer confundido com o vitimocentrismo que alimenta às comissões da verdade e da reconciliação. Questão que nos toca: a quem interessa a limpeza das “culpas’ de um Estado terrorífico? Há outra margem de conduta às políticas de Estado? Reconciliar-se é condenar-se a uma segunda morte por assassinato. Curioso pensar que a suposta cidade tranquila do agora retroalimenta às políticas de captação de recursos que alimentam ONGs e outras víboras de similar estirpe.